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domingo, 4 de março de 2012

Abertura.



Quando eu era menor, não tinha que me confessar necessariamente, porque quando era feito algo de bom ou ruim, eram apenas atitudes infantis, tanto que preocupações em relação há elas eram tão pequenas que o fato delas existirem era idiota. Aos poucos fui crescendo e tomando conhecimentos sobres os acontecimentos que levaria alguns passos que eu daria, e daí agente começa a crescer, não como adulto mais sim como uma criança pouco sabia, que entanto consegue saber o que é certo e o que é errado, e que é mais fácil que eu poderia imaginar, se confessar com as amiguinhas que encontraria durante o período escolar, como eu fiz. Um pouco mais afrente, usava o diário para contar sobre meu dia, e o padre sobre meus pecados, e que na melhor faze que eu poderia ter e não sabia, era onde a lógica de minhas atitudes gritavam mais certas na minha mente e eu não fazia noção, onde meus pensamentos eram guardados sobre as paginas de 100 folhas coloridas e o meu decreto com um servo de deus. A uma década e meia, vi o espelho da minha igualdade com o qual poderia saber me desvendar, e me por talvez como um clone diante daquilo, sobre uma irmã que talvez saberia que minhas confissões eram simples e sinceras e que ela poderia me ajudar mesmo sem julgar minhas palavras, mais com o tempo todos criamos um tipo de critica, e como digo: Critica faz "eu" pelo menos me levantar, só que há outras que o meu otimismo fica tão embaixo que é difícil encontra-lo. Mais afrente, encontrei o amor da minha vida, alguém que teve forças para me colocar ao mundo, e me fazer ter experiencias e criar algum tipo de juízo, um amor de mãe inexplicável, ela que com todos os dias, vejo que a sabedoria que ela me dá é demais, por mais que ela seja maior na idade do que eu, mais pequena na cabeça, rs as confissões durante um tempo ficaram guardadas nas mãos de minha mãe e com elas pensei que jamais iria escapar.. Não deu certo. Depois de anos vi que nunca nada estava seguro como eu pensava e que aos confessos, eram todos falsos e mal intencionados, pois crescemos e não damos valor direito para o que passou, então acredito que uma confição seja menosprezada e esquecida depois de alguns anos. Hoje eu estou aqui, com algumas a fazer, mais sem nenhum ser-humano honesto para se por frente a frente para escuta-lás, pois todos os ouvidos, será o perigo e sempre vem a desordem na vida do individuo. Todas as minha atitudes foram um pouco sem valor, porque não sei ainda como passar por isso de uma forma construtiva e que tenha valor, os anos se passaram e eu vi que dar valor mesmo quando criança para aquilo que passou, era algo que daria certo, porque deixar o tempo passar e deixar que ele mesmo escolha nossos caminhos, mesmo sendo as atitudes e confissões das mais loucas, sempre queremos nos deixar levar e se abrir com alguém para compartilhar alguma tristeza ou felicidade. Ninguém sera bom o bastante para ouvir teu gemidos e lhe dar conselhos, mesmo que precisamos de um uma vez por ano, nunca encontraremos um que vale a pena, parceiras, pais, irmãos, são aquilo que faz nos vivermos por alguns anos e décadas, mais não para sempre porque sempre todos eles partem e tuas confissões serão esquecidas ou multiplicadas com aquelas que não tiveram efeito nenhum, contra nada no entanto mesmo que você esqueça elas no passados, elas voltam sem você notar, porque pode demorar anos, ou menos de horas, elas aparecem e você não sabe como se virar, nem quem foi o infeliz que as ouviu primeiro. Hoje me encontro sem aquilo que tinha no passado, como: Uma amiga ou amigo, irmã sem criticas, mãe sem paciência ou um caderno velho ou padre.. mais aprenderei dar valor aquilo que me aparecer, como o que tenho agora, um blog para por as neuras e a terapeuta que só ouve mentiras.

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